Criptografia Simétrica Cláusulas Exemplificativas
Criptografia Simétrica. Consiste no uso de uma única chave que é partilhada entre o emissor e o receptor, esta chave é utilizada para cifrar uma mensagem, utilizando-se um algoritmo especifico para o efeito. A mesma chave é posteriormente utilizada para decifrar a mensagem, com utilização do respectivo algoritmo para decifar. Um requisito fundamental neste tipo de técnicas criptográficas é a obrigação de a chave a ser utilizada ter de ser trocada entre as partes intervenientes, forma segura, mantendo a confidencialidade e a integridade. Frequentemente, as chaves são trocadas recorrendo-se a canais de comunicação diferentes daquele que posteriormente será utilizado para a transmissão das mensagens cifradas. A criptografia simétrica é também muitas vezes denominada de criptografia de chave partilhada ou secreta. Existe uma única chave K e funções de cifrar C e de decifrar D, tais que: Onde m representa a mensagem em claro e x a mensagem cifrada. As cifras simétricas podem ser categorizadas em cifras sequenciais ou cifras por blocos. A cifra sequencial tem por finalidade, como alias como o seu nome indica, cifrar sequências de bits em tempo real. Estas cifras são frequentemente utilizadas para a codificação de transmissões áudio ou vídeo. A sua implementação é quase exclusivamente conseguida em hardware, já que a sua eficiência computacional tem de ser extremamente elevada. A função cifrar é aplicada bit a bit, de modo diferente em cada bit. Tal significa que se, se quiser cifrar não apenas um bit, mas uma sequência de bits, então temos de possuir uma sequência de chaves de igual cumprimento. Esta sequência é gerada por um algoritmo apropriado, a que se dá o nome de gerador de chaves, e que é controlado por uma chave de controlo. As várias cifras sequenciais distinguem-se apenas pela forma do gerador de chaves. Embora as cifras de chave simétrica sejam usualmente rápidas de computar, apresentam a grande desvantagem de se a chave for quebrada num dos extremos do canal de comunicação, então todo o canal fica comprometido. E tal pode ocorrer num dos extremos sem hipótese de atempadamente se poder informar ao outro extremo. Um exemplo deste tipo de cifra é o Data Encryption Standard (DES), criado em 1977. Outros exemplos são o triple-DES, IDEA, RC2 e RC4. O DES é um algoritmo de chave única, que cifra blocos de 64 bits com uma chave de 56 bits. Após uma permutação inicial de bits, um bloco de texto em claro passa por 16 iterações de uma função complexa e por uma permutação final que ger...
