Monitorização Cláusulas Exemplificativas

Monitorização. A diretoria técnica é responsável pela fiscalização e análise do cumprimento das metas contratadas
Monitorização. Esta valência suporta as necessidades de monitorização dos equipamentos de impressão. As funções que a constituem, estão fundamentalmente associadas à deteção de eventos, correlação de informação associada a esses eventos e à possível caracterização de problemas na sua origem ou que possam decorrer destes. As funções de monitorização incluem: Monitorização dos equipamentos de impressão; Monitorização de serviços; Deteção e registo de eventos dos equipamentos de impressão; Monitorização da disponibilidade dos equipamentos propostos; Notificação da indisponibilidade dos equipamentos (programadas ou não programadas); Elaboração de relatórios operacionais, relativos ao conjunto dos indicadores monitorizados e análise conclusões relativas aos mesmos com periodicidade mensal e a pedido para grupos de equipamentos; Estas funções serão executadas em regime de 8x5, para todos os locais, entre 09 horas e as 13 horas e as 14 horas e as 18 horas.
Monitorização a) A plataforma deverá oferecer ferramenta de integração de equipamento médico (monitor multiparâmetro, ventilador, etc) com a finalidade de verificação da condição clínica;
Monitorização. Para assegurar a efectividade de um plano de acção há que integrar procedimentos de monitorização na respectiva implementação. Para garantir a comparabilidade, a monitorização das taxas de aleitamento materno deve ser realizada através do recurso a métodos de recolha de dados padronizados universalmente aceites. A OMS recomenda a utilização das seguintes definições de aleitamento materno: 21, 22 • Aleitamento materno exclusivo: a criança recebe apenas leite da mama da mãe, ou de uma ama, ou leite extraído e nenhum outro líquido ou sólido, com excepção de gotas ou xaropes constituídos por vitaminas, suplementos minerais ou medicamentos. • Aleitamento materno predominante: a principal fonte de nutrição da criança é o leite da mama. Contudo, a criança pode ainda receber água e bebidas à base de água; soluções de reidratação oral (SRO); vitaminas, minerais e medicamentos sob a forma de gotas ou xaropes; e líquidos caseiros (em quantidades limitadas). Exceptuando sumos de fruta e água açucarada, esta definição não permite a utilização de nenhum liquido alimentar. o • Alimentação complementar: a criança recebe não só leite da mama como alimentos sólidos ou semi-sólidos • Sem aleitamento materno: a criança não recebe leite da mama. o O aleitamento materno exclusivo e o aleitamento materno predominante são designados conjuntamente por aleitamento materno total. A recolha de dados sobre as categorias de alimentação acima mencionadas pode ser feita em qualquer idade. Por exemplo, a recolha de dados pode ser feita 48 horas após o nascimento (período considerado desde este acontecimento), quer o nascimento ocorra no hospital, quer em casa, e aos 3, 6 ou 12 meses (período das 24 horas anteriores), sendo que é mais difícil para as mães lembrarem-se correctamente da alimentação das suas crianças ao longo de períodos de tempo mais longos. É geralmente aceite que os dados sobre a forma de aleitamento materno praticado recolhidos tendo por base períodos de 24/48 horas são menos fiáveis do que os dados recolhidos por métodos mais intensivos (por exemplo, todas as semanas) e longitudinalmente desde o nascimento. Contudo, para fins de monitorização, i.e., com a finalidade de gerar dados abrangentes e actualizados sobre aleitamento materno, os dados sobre a forma de aleitamento praticado constituem o melhor compromisso entre fiabilidade e viabilidade. Para o caso de uma investigação, seria necessário um método de recolha de dados longitudinal. Também se reconhece que as categor...
Monitorização. 48. Sem prejuízo do cumprimento dos deveres legais elencados na presente Circular, os destinatários da mesma devem assegurar que dispõem dos meios e processos adequados para a implementação das recomendações da ASF, bem como para permitir o acesso atempado da ASF aos dados e elementos relevantes para monitorização do respetivo cumprimento. 49. A ASF irá avaliar o grau de cumprimento do disposto na presente Circular. Nesse sentido, será oportunamente criada uma instrução informática, dirigida aos destinatários da presente Circular, com vista à recolha de informação relevante que permita verificar se o recomendado nos n.os 16, 17, 34, 36 e 38 está a ser cumprido, devendo, caso não o esteja a ser, ser apresentada justificação. 50. Em caso de não considerar adequada a justificação apresentada, a ASF pode adotar outro tipo de medidas no âmbito das suas competências. 51. No seguimento da avaliação referia nos números anteriores, a ASF poderá divulgar informação agregada sobre o grau de cumprimento pelos destinatários.
Monitorização. A aplicação da nossa política de execução será monitorizada pelos sistemas internos existentes.
Monitorização. Equilíbrio hidroeletrolítico e reposição volêmica. Equilíbrio ácido-base. Parada cardiorrespiratória e reanimação. Dor. Avaliação pré-anestésica e recuperação. Transfusão sanguínea. Bloqueios espinhais. Anestesia na criança e no idoso. Anestesia cardiotorácica e vascular. Anestesia em neurocirurgia. Bloqueios periféricos. Anestesia para otorrinolaringologia, oftalmologia e bucomaxilofacial. Anestesia em obstetrícia. Anestesia para cirurgia abdominal. Anestesia em ortopedia, no queimado e em cirurgia plástica. Anestesia ambulatorial e para procedimentos diagnósticos. Anestesia no cardiopata, no pneumopata e no renal crônico. Em situações de urgência. Choque. Assistência respiratória. Código de Ética MédicaResolução CFM nº 1.931/2009.
Monitorização. (especificar o processo de monitorização das actividades do Contratante por parte da Entidade Adjudicante)
Monitorização. A plataforma deverá oferecer ferramenta de integração de equipamento médico (monitor multiparâmetro, ventilador, etc) com a finalidade de verificação da condição clínica; A plataforma deverá ter a capacidade de receber de forma automatizada estes dados como: pressão arterial, oximetria, frequência cardíaca, ECG, resultados de espirometria etc) através de customização do ambiente; e Deverá possibilitar os “uploads” de arquivos escaneados de forma automatizada sem que o usuário tenha que selecionar uma pasta, mitigando trocas de arquivos entre pacientes. NOTIFICAÇÕES: A plataforma deverá ter um menu de notificações de novos casos não assumidos para os executantes e moderador assim como das interações dos solicitantes; e Os solicitantes também deverão ter notificações das interações em tempo real. AGENDAMENTOS: A plataforma deve ter uma agenda customizada para todos os usuários (solicitantes, executantes e moderadores) e poderá realizar agendamento para usuário, convidados não usuários) ou mesmo pacientes; Deve permitir o envio de link com data e horário para que o “convidado” só tenha acesso no dia e horário pré-agendado. Após esse horário, o token da sala de conferência deverá expirar; Através de app o(s) agendado(s) poderá(ao) ter acesso à videoconferência somente no horário determinado; Os app deverão ser compatíveis com IOS e Android; e Nos casos de cancelamento de agendamento ou mesmo modificação de data e/ou hora, o agendado deverá receber notificação por e-mail (no mínimo), de forma automática. DASHBOARD: A criação de dashboards com diversos gráficos gerenciados em tempo real na plataforma devem ser de forma customizada de acordo com a necessidade da contratante. BANCO DE DADOS: O banco de dados é dividido em dois servidores (com redundância para proteção a catástrofes): Um deles deverá guardar os dados sensíveis dos usuários e pacientes e, o outro, armazenar as informações pessoais seguindo assim os preceitos da LGPD no que tange ao tratamento das informações sensíveis ambos deverão ter todas as informações criptografadas; e Todas as informações sensíveis e pessoais devem ficar armazenadas em servidores no Brasil.
Monitorização. Para garantir os níveis de eficiência e as economias previstas durante o contrato, é necessário recorrer a um método chamado “Medição e Verificação” (M&V). Este método é suportado por um protocolo internacionalmente reconhecido, chamado Protocolo Internacional de Medição e Verificação do Desempenho Energético (IPMVP). Com este procedimento os clientes podem ter a certeza que as poupanças garantidas foram efetivamente atingidas, independentemente de alterações no clima, no edifício, mudanças de rotinas laborais ou volumes de produção. Detalhando e avaliando as consequências, em termos de efeitos interativos, podem ser distinguidos vários cenários. Os ganhos energéticos das Ações de Performance Energética podem ser medidos e isolados do consumo geral da instalação. Falamos então do método de “isolamento” (opções A e B do IPMVP): _opção A: impõe a medida dos parâmetros principais e autoriza a estimativa dos outros parâmetros, como as variáveis que caraterizam a utilização (horas de funcionamento, por exemplo) _opção B: impõe que todos os parâmetros sejam medidos, o que exclui qualquer estimativa. A opção B é mais precisa que a opção A, mas mais cara na sua implementação. Os ganhos energéticos das Ações de Performance Energética são medidos no conjunto da instalação: _opção C: corresponde a um resultado global da performance energética da instalação. É adaptada aos projetos de renovação, onde as APE podem ter influências mútuas. Pode-se apoiar nos elementos das faturas dos fornecedores de energia Os ganhos energéticos das Ações de Performance Energética são calculados por softwares apropriados: _opção D: impõe-se nos seguintes casos: falta de dados para o período de referência (instalações novas e grandes renovações); alterações profundas na utilização das instalações. Utiliza modelos de simulação tratados por softwares próprios. Impõe a calibração do modelo através de dados medidos. Trata-se de recolher os dados históricos do consumo e as condições de utilização associadas, referindo-se apenas ao perímetro de medição. Dependem da opção escolhida (A,B,C ou D). Convém distinguir: _situação histórica: no quadro de um CPE, previamente ao lançamento do concurso o dono da obra deverá realizar uma pré-auditoria que permita definir essa situação histórica. Esta carateriza a instalação, identificando os consumos energéticos, o nível de serviço e o(s) projeto(s). _base de referência (por vezes cha- mada de situação de referência): é construída a partir da situação hist...